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segunda-feira, 26 de abril de 2010

No jogo dos números é melhor ficarmos atentos!

No último sábado fiquei muito surpreso ao ler no Estadão o artigo "A propaganda subliminar" de Mauro Chaves. Chaves que é jornalista, advogado, escritor, administrador de empresas e pintor fez uma análise de algumas notícias veiculadas na mídia impressa e eletrônica alusivas a mensagens partidárias por meio de propaganda subliminar. É triste e preocupante saber que veículos de comunicação e partidos com credibilidade e penetração na sociedade brasileira seguem no uso desta poderosa ferramenta de comunicação para manipular a opinião pública. No jogo dos números é melhor ficarmos atentos e buscar todas as fontes possíveis na mídia, e agora, nas redes sociais. Afinal, não queremos escolher o número do azar, né?


Leia o artigo de Mauro Chaves: http://migre.me/zJrl

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Futebol: 5 bilhões de euros para a economia na Alemanha. E no Brasil?

Hoje li no blog Jogo de Negócios do publicitário Fábio Kadow, uma nota do estudo “O fator econômico da Bundesliga” realizado pela consultoria McKinsey, que inspirou-me a escrever sobre o tema. Segundo a empresa McKinsey o campeonato alemão – temporada 2007/08 de clubes gerou mais de 5 bilhões de euros para economia do país, 110 mil pessoas empregadas, 1,5 bilhão de euro foi pago ao governo em impostos e o crescimento assustador do público que compareceu aos estádios – dobrou nos últimos dez anos com média de 42 mil pessoas por partida.

Como a Bundesliga, a gestão das ligas inglesa, espanhola, italiana e outras européias são referências para o resto do mundo, porém tem algo que os europeus carecem que no continente sul-americano sobra: talento de um Messi no futebol contemporâneo, um pouco tempo atrás de Ronaldo, Maradona, Pelé e uma lista de craques que não terminará nunca, pois novos talentos nascem todos os dias em nosso continente.

Especificamente no Brasil que é um micro-continente e ganhador de cinco títulos mundiais, a gestão profissionalizada e internacionalizada por parte de profissionais, clubes, associações e confederações geraria uma liga muito melhor que uma Premier League, Bundesliga e outras ligas, pois o Brasil contempla o tripé básico para um grande negócio: uma fábrica de talentos, leia-se clubes-empresas, produto – nossos grandes talentos e o nosso grandioso público extrapolado para a família e amparados por um economia crescente, uma classe média emergente e sede de dois dos próximos eventos mundiais: a Copa do Mundo em 2014 e a Olimpíada de 2016.

A nossa sugestão é provocar uma discussão saudável e colaborar no desenvolvimento de uma gestão e internacionalização do futebol brasileiro realizando um assertivo benchmarking nas ligas citadas e nas ligas americanas de basquete, beisebol e futebol americano porque eles sabem mais do que ninguém de como promover um esporte oferecendo entretenimento ao público, rentabilidade aos clubes e acionistas e empregos aos trabalhadores.

Imaginem um benchmarking híbrido com as ligas americanas e européias aplicado ao futebol brasileiro. Imaginaram? Com certeza seria o melhor Campeonato de Futebol do Mundo assim como é o nosso maravilhoso Carnaval: espetáculo para todo Planeta Terra.