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terça-feira, 1 de março de 2011

Marketing Empreendedor na Economia Criativa

O Brasil deu um grande passo, apesar do espantoso atraso de quase 20 anos, com a criação da nova pasta do Ministério da Cultura, a Secretaria da Economia Criativa, termo criado por John Howkins em 1991, na época Indústrias Criativas, aquelas com potencial de geração de riqueza e emprego por meio da utilização de propriedade intelectual: publicidade, literatura, artes cênicas, artes visuais, artes plásticas, patrimônio histórico, música gravada, cinema, broadcasting, software, design, moda e outros, que ganhou um programa de políticas públicas em 1994 na Inglaterra.

No Brasil movimenta US$ 39 bi no Brasil (2,6% do PIB) e gera 7, 6 mi de empregos formais. Terceira maior indústria do mundo atrás de petróleo e de armamentos, tem como principal insumo a criatividade.



A Fecomercio também lançou em dezembro o seu Conselho de Economia Criativa com o objetivo de colocar o País entre os cinco primeiros em competitividade e fomentar a criatividade, a inovação em empresas e organizações em todos os segmentos de negócio e o desenvolvimento das Indústrias Criativas.



O marketing e o empreendedor têm papéis fundamentais no desenvolvimento dessa economia, pois somente com planejamento e empreendedorismo a criatividade fluirá no processo de inovação, no crescimento dos profissionais e na transformação empresarial e social do país.

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