sexta-feira, 23 de março de 2012

O Marketing, O Empreendedor e A Economia Criativa

Segundo o Banco Mundial, a economia criativa, aquelas com potencial de geração de riqueza e emprego por meio da utilização de propriedade intelectual: publicidade, literatura, artes cênicas, artes visuais, artes plásticas, patrimônio histórico, música gravada, cinema, broadcasting, software, design, moda e afins representa cerca de 7% do PIB mundial e está sendo vista por muitos especialistas como um dos pilares para o desenvolvimento de nações emergentes e de países desenvolvidos como o Reino Unido, onde em 1994 o conceito começou a ganhar corpo, estrutura e importância.

No Brasil, a FIRJAN estima o mercado interno em US$ 39 bilhões (2,6% do PIB nacional e 17,8% do PIB do estado do Rio de Janeiro) e gera 7, 6 milhões de empregos formais. Terceira maior indústria do mundo atrás de petróleo e de armamentos tem como principal insumo a criatividade. Sua relevância para o país pode ser retratada com o lançamento da Secretaria de Economia Criativa ligada ao Ministério da Cultura e da Fecomercio com o objetivo de colocar o País entre os cinco primeiros em competitividade.

Em um cenário favorável – economia, criatividade e mega eventos – o empreendedor brasileiro vivencia hoje muito mais oportunidades do que ameaças para os seus negócios no Brasil e no exterior e cabe ao empresário analisar o ambiente consumidor, fornecedor e concorrencial com os olhos da inovação mercadológica, tecnológica, ambiental e social para buscar a tão sonhada diferenciação e posicionamento nos setores do agronegócio, comércio, serviços e da indústria.


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